Classificado como Imóvel de Interesse Público em 1977, o Forte do Guincho/Forte das Velas foi entregue à Câmara Municipal de Cascais, em 2003. Situado na praia do Abano, constitui mais um exemplo da arquitectura militar do século XVII.

A sua planta é rectangular, com a bateria voltada para o mar e a casa forte, de menores dimensões, virada a terra.
A sua recuperação pela autarquia prevê a instalação de uma cafetaria e de um núcleo de divulgação do Parque Natural Sintra-Cascais.
Cidadela de Cascais
A Cidadela de Cascais é um monumento que poderemos designar por compósito, administrado por diferentes tutelas, que guarda memórias de muitos séculos e vivências diversas.
O interior do recinto organiza-se a partir de um pátio central, em torno do qual se dispõem quatro edifícios de dois pisos (o de Santa

A partir de 1927, a Cidadela ficou vinculada ao Exército, acolhendo a Bateria Independente de Artilharia Pesada n.º 3 (mais tarde designada Grupo de Artilharia Contra Aeronaves n.º 1) e, em 1959, o Centro de Instrução de Artilharia Antiaérea e da Costa, entidade que aí permaneceu até 2003, ano que a Cidadela foi cedida ao Município de Cascais por um período de 35 anos, segundo despacho conjunto n.º 747/2004 dos Ministérios da Defesa Nacional, das Finanças e da Administração Interna, prazo de cedência entretanto prolongado por 75 anos.
Igreja Matriz de Nossa Senhora da Assunção
Situada na proximidade do

O terramoto de 1755 provocou bastantes estragos na igreja principalmente na zona da fachada e do coro-alto, impedindo o seu funcionamento normal. O culto passou a ter lugar na pequena capela de Nossa Senhora da Nazaré – da antiga Casa dos Falcões. Tendo sido destruída também a igreja da Ressurreição de Cristo, situada à entrada da vila, passa a existir uma única freguesia englobando as duas anteriormente existentes, tendo a paroquial aglutinado os dois nomes – Paróquia de Nossa Senhora da Assunção e Ressurreição.
Forte de S.Pedro
Integra a linha de

De acordo com a inscrição epigráfica sobre o portão de armas, as suas obras iniciaram-se em 5 de Abril de 1642, concluindo-se no ano seguinte.
Embora actualmente se encontre descaracterizado, os seus traços originais podem ser reconstituídos através de planta levantada por Mateus do Couto em 1693, onde se constata que era em tudo semelhante ao Forte de São Teodósio, embora as dimensões sejam "ligeiramente superiores".
Desactivado no século XIX, passou por diversas tutelas que, nas diferentes épocas, deram-lhe distintas utilizações. No século XX, em 1954, foi utilizado como Casa de Chá e, a partir de 1957 foi arrendado a um particular, passando a albergar um restaurante, o que levou a "múltiplas transformações e acrescentos".
Foi classificado como Imóvel de Interesse Público através do Decreto nº 129 de 29 de Setembro de 1977. Actualmente funciona como uma discoteca.
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